A prática do bullying tem sido divulgada, frequentemente, em vários meios de comunicação com o objetivo de esclarecer as consequências que essa tem trazido para os envolvidos, e uma alerta para a população a respeito da importância de se combater. Por outro lado, é fundamental que se observe as situações, porque nem tudo é caracterizado como bullying. Exemplos como: “ele riscou meu caderno”; ela me deu língua”, não fazem parte de atitudes maléficas, intencionais e repetitivas adotadas por uma pessoa ou um grupo contra outro(s) causando dor, angústia e isolamento. É simplesmente um modo indisciplinar naquele momento.
Muitos programas de televisão está trazendo a questão do bullying como uma sátira que não deixa de ser uma forma de criticar aos que praticam, embora é necessário que as pessoas tenham o discernimento do que seja o bullying e uma brincadeira, pois ele deve ser combatido e não banalizado.
O principal traço que se pode considerar bullying é a perseguição excessiva. O primeiro passo a evitar é relatar a um adulto sobre o fato: pais, responsáveis, professores, diretores; não deve se isolar. Na minha prática como educadora e estudante de Direito tenho trabalhado com textos explicando minuciosamente o tema e mostrando que a lei brasileira já está atuando contra os agressores. Dessa forma, os estudantes irão tomando consciência do que é e o que isso pode gerar no futuro.
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