sexta-feira, 15 de abril de 2011


Ter aspecto físico diferente do convencional não significa uma desordem para a vida social, o que pode ocasionar uma desordem são atos discriminatórios e perversos por não seguir padrões estabecidos condizentes àquela realidade inserida. Os indivíduos que sofrem de bullying se sentem ameaçados e humilhados devido àquela situação constrangedora.
De acordo com Aramis Antônio Lopes Neto (2004, p.30), coordenador do primeiro estudo feito no Brasil a respeito do bullying, diz que a única maneira de combater esse tipo de prática é a cooperação por parte de todos os envolvidos: professores, funcionários, alunos e pais:
“Todos devem estar de acordo com o compromisso de que o bullying não será mais tolerado. As estratégias utilizadas devem ser definidas em cada escola, observando-se suas características e as de sua população. O incentivo ao protagonismo dos alunos, permitindo sua participação nas decisões e no desenvolvimento do projeto, é uma garantia ainda maior de sucesso. Não há, geralmente, necessidade de atuação de profissionais especializados; a própria comunidade escolar pode identificar seus problemas e apontar as melhores soluções”.
De fato, é a partir da comunidade escolar que poderá identificar a prática do bullying e definir as melhores soluções possíveís para saná-la. Contudo, em determinados casos em que a comunidade não consiga deter o problema por omissão de algum membro ou outras razões, é necessário acionar o Conselho Tutelar, órgão encarregado da garantia de direitos da criança e do adolescente e órgãos do poder judiciário como Ministério Público e Tribunal de Justiça. (Comentário por Patricia Rosane)

2 comentários:

  1. Ter aspecto físico diferente do convencional não significa uma desordem para a vida social, o que pode ocasionar uma desordem são atos discriminatórios e perversos por não seguir padrões estabecidos condizentes àquela realidade inserida. Os indivíduos que sofrem de bullying se sentem ameaçados e humilhados devido àquela situação constrangedora.
    De acordo com Aramis Antônio Lopes Neto (2004, p.30), coordenador do primeiro estudo feito no Brasil a respeito do bullying, diz que a única maneira de combater esse tipo de prática é a cooperação por parte de todos os envolvidos: professores, funcionários, alunos e pais:
    “Todos devem estar de acordo com o compromisso de que o bullying não será mais tolerado. As estratégias utilizadas devem ser definidas em cada escola, observando-se suas características e as de sua população. O incentivo ao protagonismo dos alunos, permitindo sua participação nas decisões e no desenvolvimento do projeto, é uma garantia ainda maior de sucesso. Não há, geralmente, necessidade de atuação de profissionais especializados; a própria comunidade escolar pode identificar seus problemas e apontar as melhores soluções”.
    De fato, é a partir da comunidade escolar que poderá identificar a prática do bullying e definir as melhores soluções possíveís para saná-la. Contudo, em determinados casos em que a comunidade não consiga deter o problema por omissão de algum membro ou outras razões, é necessário acionar o Conselho Tutelar, órgão encarregado da garantia de direitos da criança e do adolescente e órgãos do poder judiciário como Ministério Público e Tribunal de Justiça.

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  2. O Tribunal de Justiça da Bahia criou o Projeto Justiça na Escola com o objetivo de aproximar o poder judiciário e as instituições de ensino no combate e prevenção dos problemas que afetam principalmente crianças e adolescente. Nesse processo, parte de fundamental importância é a familia, que funciona como a base da educação e também como fiscal controlador dos atos desses adolescentes, bem como seu comportamento de respostas a certas agressões sociais, como o bulying, pois tratando-se de menores de idade, seus pais são responsáveis diretos.As instituições (escola e familia), ainda são as que mais possuem Poder sobre essas crianças, Michel Foucalt foi um francês, filósofo e professor que começou a escrever em 1954 livros que falavam das váris relaçõe de Poder, e assim ele definia como no geral como relação social que funciona em rede e se manifesta por meio de estratégias e técnicas. Ele ainda escreve sobre um Poder Disciplinador que cabe perfeitamente neste papel da escola e dos pais com os filhos; esquadrinhar o espaço, controlar o tempo, observação do comportamento do individuo e aprimoramento de táticas e mecanismos.


    Luciana

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